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Cirurgia Bariátrica Riscos | Tratamento da Obesidade‎

Só faça quando todos os recursos se esgotarem…

A cirurgia bariátrica é chamada também de gastroplastia, uma redução do estômago, uma plástica. É indicada para pessoas com obesidade mórbida, grau 2, que ficaram esgotadas em todas as tentativas anteriores com alimentação, dietas, exercícios, jejuns intermitentes ou não.

Quando não existir outra forma de tratamento e você tenha entre 16 e 65 anos, cujo IMC seja maior que 40 Kg/m2, sem obter perda de peso mesmo com orientação médica e dieta balanceada ou quando o IMC for menor que 40 kg/m2 e tenha adquirido doenças graves, como é o caso da pressão alta, diabetes sem controle, gordura no fígado e colesterol alto, talvez seja o caso de uma cirurgia bariátrica.

É bastante invasiva, traz riscos principalmente quando há necessidade de retirar parte do intestino ou do estômago, porque a ingestão de alimentos será menor e no intestino, a absorção das calorias também será reduzida.

 

Cirurgia bariátrica: Riscos a Observar

Em geral os riscos da cirurgia bariátrica estão ligados à quantidade e a gravidade de doenças associadas à obesidade, que já estavam acompanhando há algum tempo o seu organismo.

Pode surgir uma intensa dificuldade para respirar, por conta da presença de uma embolia pulmonar, que surge com a formação de um coágulo no pulmão.

Sangramento no local da cirurgia, podendo ser interno e causar hemorragia, surgirem fístulas que se criam no formato de pequenas bolsas que se formam nos pontos internos da cirurgia.

Vômitos, diarreias com presença de sangue, bem como um distúrbio nutricional com carência de ferro que é absorvido pelo intestino delgado, que em alguns casos poderá gerar anemias e uma grave desnutrição.

Cirurgia bariátrica: Riscos ainda no período de internação

Muitas complicações surgem ainda quando se está internado e conseguem ser resolvidos ali mesmo. Há casos que ainda se faz necessário uma nova operação para corrigir o problema.

Podem surgir também infecções generalizadas, alterações psicológicas, hérnias, rompimento do grampo ( que prende o estômago e/ou intestino, sendo responsável pela rejeição da maioria das cirurgias.

E muito inchaço com dores no local, que antes de receber alta precisa ter uma avaliação mais detalhada.

O percentual de morte numa cirurgia bariátrica é pequeno, mas não está descartada a possibilidade de ocorrer, caso essas complicações aumentem.

Além de todas as orientações técnicas, o acompanhamento médico, a alimentação adequada, apoio psicológico e o apoio familiar são fundamentais para todas as fases do procedimento.

Quem faz uma cirurgia bariátrica deverá ter acompanhamento pelo resto da vida, para que não surjam complicações paralelas e, muito menos, seu peso permaneça intacto, caso contrário tudo poderá voltar, ganhar peso e aí uma segunda cirurgia bariátrica não será possível.

Antes de fazer essa cirurgia, esgote todos os outros métodos e procedimentos.

Ranking dos 10 famosos que fizeram a cirurgia bariátrica [VÍDEO]

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